30 de setembro de 2013

Fievel no Faroeste

 
* Alguém se lembra do Fievel no Faroeste?? Como já devem saber, eu sou um fanático pelas aventuras da Disney, mas apesar disso, Fievel nasceu pelos estúdios Amblimation (estúdio agora pertencente à DreamWorks), tendo sido criado por Steven Spielberg, e marcou em grande parte a minha infância. 
 
"Um Conto Americano" é um conjunto de vários filmes onde o protagonista é um ratinho originário da Rússia que vive as suas aventuras sempre que decide viajar com os seus pais. "Fievel no Faroeste" foi na minha opinião o mais marcante de todos os filmes e, pura das sortes, fui logo arranjar o Pin desse mesmo filme.
 
Para além de uma excelente história, "Um Conto Americano" é famoso pela sua banda sonora, tornando "Somewhere Out There" de Linda Ronstadt e James Ingram um autêntico sucesso no mundo da música. Em Fievel no Faroeste outras músicas chamaram a minha atenção assim que se descobre o talento de Tânia Ratinhoskewitz, irmã de Fievel, com as músicas "Dreams To Dream" e "The Girl I Left Behind ".
 
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27 de setembro de 2013

Happy Birthday !!!

 
* Preparados para a festa?? Hoje faço anos e, pela primeira vez em 26 anos, está a chover!! Como tal, o meu dia de anos é passado em casa, a trabalhar nas papeladas da especialidade e a publicar mais um post no meu blog, hoje com uns Pins muito especiais.
 
Já por várias vezes publiquei Pins bem antiguinhos, mas desta vez, eles têm um aspeto mesmo muito antigo... Todos felpudos e de lacinho ao pescoço são uma espécie de peluche-pin dos anos 80.
 
Hoje, também pela primeira vez, passo os meus anos longe do meu maninho (daqui a nada australiano). Como ele diz, uma das desvantagens de viver do outro lado do Mundo é o de não poder dar-me um abraço no meu próprio dia de anos, mas só para que saibam, conseguiu dar-me a melhor prenda de todo o sempre!!

25 de setembro de 2013

Citroën

 
* O meu maior pesadelo... até ter a minha Giulietta!! Após perder o meu Renault Clio para o meu irmão, eis que surge o Citroën Saxo pelas mãos do meu pai. Um carro comercial, de dois lugares, uma grande mala... e mais nada!!!  A verdade é que poupava muito dinheirinho no gasóleo, conseguia estacionar em qualquer lado e até quase conseguia ver os faróis de nevoeiro na frente do carro de tão "tarrequinho" que era.
 
Tendo em conta dois assaltos nas minhas mãos e uma série de vezes que me fez ir "à la pata" para casa, achei por bem comprar a minha Giulietta e não há carro mais bonito do que o meu. A verdade é que a vida é feita de escolhas, e os gastos que tenho com o atual, não os teria se ainda tivesse o meu Saxo!!

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Era bom que assim fosse...

Lagoas de Bertiandos e S. Pedro d' Arcos

 
* Um dos locais mais bonitos que visitei no ano passado, numa ida a Ponte de Lima, para comer um pratinho de arroz de sarrabulho que eu tanto adoro... Após um belo almoço, fui até às Lagoas de Bertiandos e S. Pedro d' Arcos, mais ou menos a 4 km de Ponte de Lima.
 
Com trilhos para caminhadas entre pontes,  passadiços e terra batida, as Lagoas são um excelente local para relaxar, apreciar a natureza e ter acesso a uma ampla variedade de habitats naturais. O símbolo do anfíbio foi o símbolo adotado pelas Lagoas de Bertiandos e
S. Pedro d' Arcos, sendo esta uma das espécies em proteção na área.
 

22 de setembro de 2013

Barbot

 
* A marca Barbot foi criada por Diogo Barbot no ano de 1920, tendo nascido no Porto, após a
I Guerra Mundial. Barbot é uma empresa portuguesa fabricante de tintas e vernizes, produtos para a Construção Civil, Decoração e Indústria.
 
A história da marca:
 
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18 de setembro de 2013

Twix... Satisfaz Duas Vezes!!

 
* De origem inglesa, Twix foi criado em 1967 pela empresa Mars Incorporated. Twix é composto por duas barras de biscoito crocante com um interior revestido de caramelo.
 
A marca Twix foi chamada por vários anos de Raider, incluindo em Portugal, sendo que em 1991 o nome foi alterado de forma a ficar igualado ao nome já existente em diversos país a nível internacional.
 

15 de setembro de 2013

Bandeira de Portugal

 
* Pin banhado a ouro, oferecido pelo papá, a nossa bandeira contém os símbolos mais importantes da História. Às cores verde e vermelha chama-se campo da bandeira, que representam a esperança (verde) e a coragem (vermelho).
 
Desse campo sobressai o escudo com as cinco quinas que simbolizam os cinco reis mouros que D. Afonso Henriques venceu na Batalha de Ourique e os sete castelos que significam as localidades fortificadas que D. Afonso Henriques conquistou aos mouros, durante o seu reinado.

Dentro das quinas estão as cinco chagas de Jesus Cristo, quando foi morto. Diz-se que na Batalha de Ourique Jesus Cristo apareceu a D. Afonso Henriques na Cruz com as cinco chagas à vista e que disse ao nosso primeiro rei: "Com este sinal, vencerás!".

Envolvendo o escudo encontra-se a esfera armilar que simboliza o globo terrestre, o qual foi descoberto na sua maior parte pelos navegadores portugueses nos séculos XV e XVI, e os povos com quem os portugueses foram trocando ideias e comércio.

Estes símbolos traduzem sentimentos patrióticos que, de igual forma, se podem exprimir num canto - "A Portuguesa" - o nosso Hino de Portugal, da autoria de Alfredo Keil e Henrique Lopes de Mendonça, escrita em 1891.

11 de setembro de 2013

De 1816 ao Século XXI

 
* Da esquerda para a direita:
 
El-Rei D. João VI (1816/1826)
"D. João VI altera as armas régias de modo a ficarem de acordo com a nova denominação oficial de Reino Unido de Portugal e Brasil. Assim, as armas reais ficaram assentes em esfera armilar de ouro forrada de azul e a coroa imperial surge com véu vermelho."
 
Monarquia Constitucional (1830/1910)
"A Monarquia Constitucional, por decreto de 1830, determina que o campo da bandeira passa a ser bipartido. As armas reais assentes no centro da junção dos dois campos deixam de ostentar a esfera armilar. É neste período que se distingue definitivamente o Pavilhão Real, estandarte de fundo vermelho, da Bandeira Nacional de fundo azul e branco."
 
República (1910/Século XXI)
"Com a Implantação da República, o novo regime optou por modificar as cores do campo, escolhendo o verde e o rubro, cores utilizadas desde a primeira sublevação republicana em 1891. A coroa foi retirada e novamente introduzida a esfera armilar, símbolo do Império. A importância do novo símbolo foi acentuada com a festa da bandeira realizada a 1 de dezembro de 1910. O decreto regulador fixa definitivamente esta bandeira em Junho de 1911."

De 1485 a 1816



* Da esquerda para a direita:

El-Rei D. João II (1485/1557)
"A cruz de Avis introduzida nas armas reais por D. João I desaparece com a reforma de D. João II, que fixa definitivamente os principais elementos heráldicos da Casa Real. É neste período que a bandeira, por vezes, assume forma retangular de fundo branco, e o escudo, ora retangular, ora à francesa, surge timbrado por coroa aberta."

El-Rei D. Sebastião (1557/1640)
"Com D. Sebastião, a coroa foi fechada à maneira imperial, com três hastes encimadas por uma cruz. Não era, todavia, ainda a única representação das armas régias. Iconografia vária revela que em muitos casos a cruz de Cristo também era usada como identificadora do Rei. A Monarquia Dual seguiu a heráldica do Reino de Portugal."

El-Rei D. João IV (1640/1816)
"A única inovação heráldica de D. João IV foi o acrescentamento de duas hastes à coroa fechada, que continuou a timbrar as armas régias da dinastia anterior: escudo à francesa sobre fundo branco. Todavia, durante as campanhas militares também se utilizou uma bandeira com a cruz de Cristo sobre campo verde, demostrando que a bandeira ainda não era assumida como símbolo de Portugal."

De 1081 a 1385

 
* Da esquerda para a direita:
 
Conde D. Henrique (1081/1185)
"Brasão em forma de bandeira. Esta representação constava dos selos rodados, utilizados pelo Conde D. Henrique, D. Teresa e D. Afonso Henriques como forma de autenticação dos documentos. A cruz tinha forma similar à futura cruz da Ordem de Cristo."
 
El-Rei D. Sancho I (1185/1248)
"Utilizada desde D. Sancho I a D. Afonso III, a cruz passa a ser formada por cinco escudetes em azul, no interior da cruz, um número variável de besantes em prata. Alega-se que os escudetes representariam as cinco chagas de Cristo ou os cinco reis mouros vencidos em Ourique e os besantes o direito de cunhar moeda, símbolo de soberania. Não há certeza quanto a esta simbologia."
 
El-Rei D. Afonso III (1248/1385)
"Já com uso de bandeira ou estandarte de fundo branco e quadrada, as armas reais de D. Afonso III introduzem uma bordadura de castelos, em número variável; também aqui a simbologia é duvidosa, alegando-se que corresponderia aos castelos conquistados aos mouros no final do período da Reconquista."

De Insígnia Militar a Símbolo Nacional


* "A história da bandeira é um assunto complexo, pois só se pode falar da bandeira como símbolo nacional no século XIX. Até então, as bandeiras escolhidas para integrar esta coleção eram símbolos que identificavam o rei e a sua jurisdição. 

É a evolução do conceito de Estado que permitirá associar as armas reais aos símbolos institucionais e nacionais da Soberania, desempenhando a escola primária, desde os finais de 800 e ao longo dos regimes republicanos posteriores, um papel crucial na construção da afetividade e fidelidade a este símbolo da Nação.  

Em tempos medievais, as bandeiras eram utilizadas como insígnias militares, para identificar aos soldados o seu lugar no campo de batalha. Podiam ter várias formas triangulares ou quadradas e várias designações: estandarte, pendão, galhardete, etc."

9 de setembro de 2013

"Ó Meu Amor de Algum Dia"...











* Viana do Castelo é a cidade atlântica mais ao Norte de Portugal, com cerca de 38 000 habitantes. Cidade da Paulinha, do Folclore Vianense, "Viana do Castelo, Cidade Saudável" foi um projeto criado em 1997, com a adesão da cidade de Viana ao movimento das Cidades Saudáveis da OMS (Organização Mundial de Saúde).

Viana possui, na minha opinião, um dos cenários paisagísticos mais bonitos do Norte, pela presença do mar e do monte, lado a lado pelas estrada da cidade. A etnografia tem o seu espaço no desfile e na "Festa do Traje Etnográfico", que faz da cidade a capital do folclore português, onde se podem admirar os antigos e detalhados trajes femininos.


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8 de setembro de 2013

Smurf's House


* "Há muito tempo atrás, no coração da floresta, havia uma aldeia escondida onde pequenas e simpáticas criaturas azuis viviam..."

Os Estrumpfes, "Smurfs" na língua inglesa, foram criados por Peyo, sendo que a sua primeira aparição surgiu no ano de 1958. Os Estrumpfes são umas criaturas azuis com personalidades muito fortes, andam sempre de gorro (que não tiram nem para dormir ou tomar banho) e calças brancas, com exceção do chefe da vila dos Estrumpfes que se distingue pelo gorro e calças vermelhas. Vivem numa aldeia escondida no meio da floresta, repleta de casinhas em forma de cogumelo e de diferentes cores.
 
Recordo os Estrumpfes da minha infância, oferecidos na surpresa dos ovos Kinder e no Happy Meal do McDonald e, mais recentemente, nas figuras de PVC produzidos pela marca Schleich, onde tiveram o seu maior sucesso. Em 2011, foi lançado um filme baseado nos personagens "The Smurfs", que levaram os Estrumpfes de novo à fama, sendo vistos em cartazes, publicidades e novos brinquedos.
 
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7 de setembro de 2013

Uncle Ben's


* "Uncle Ben's" é uma marca de alimentos fundada em 1943, tornando-se famosa nos Estados Unidos da América até à década de 90 pelo seu arroz. Mais tarde, foram criados os molhos do Uncle Ben's, com variados sabores, como o molho de caril, de chili, basco, louisiana, entre outros.

Todos os produtos da marca são acompanhados pela imagem do Uncle Ben (Tio Ben), um homem Afro-americano com um laço ao pescoço. "Uncle" era uma designação muito utilizada no Sul dos Estados Unidos para se referir a um escravo ou servente idoso de raça negra.


 

3 de setembro de 2013

Cidade Europeia do Desporto 2013

 
* Após ser considerada Capital Europeia da Cultura em 2012, a Associação Europeia de Capitais de Desporto (ACES) atribuiu a Guimarães o estatuto de Cidade Europeia do Desporto em 2013. Pela primeira vez em Portugal existe uma Capital Europeia do Desporto!!
 
A União Europeia e a ACES atribuem anualmente o estatuto de Capital Europeia do Desporto a cidades com mais de 500 000 habitantes e o de Cidade Europeia do Desporto a cidades de
25 000 a 500 000 habitantes, como é o caso de Guimarães, com cerca de 158 000 habitantes.

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